quarta-feira, 23 de julho de 2014

A FALÊNCIA MUNICIPAL ! ! !

Durante 20 anos os prefeitos do PSDB falaram de peito estufado que a prefeitura era bem administrada e que Jundiaí era uma cidade onde o dinheiro público era gerido com eficiência. Tudo uma grande mentira. Os governos do PSDB deixaram uma herança monetária trágica para o atual governo. O orçamento municipal atual tem 92% de sua receita comprometidos com o custeio da máquina pública e apenas 8 % para investimentos. Um verdadeiro descalabro administrativo e financeiro. Além disso o PSDB deixou uma dívida pública de R$ 350 milhões. Uma lástima. Como a atual gestão do PCdoB/PT é uma mera administração de continuidade do PSDB, a situação financeira atual da prefeitura é uma catástrofe. Dentro da estrutura financeira do executivo, além do dinheiro relativo ao orçamento municipal existe um fundo de reserva de R$ 250 milhões para casos emergenciais ou de calamidade pública. Informações chegaram a este blog dizendo que este fundo de reserva foi torrado apenas no ano de 2013. Isso mesmo. Gastaram toda esta reserva financeira, segundo a informação, em "obras". Em primeiro lugar, se isto realmente ocorreu, é um absurdo pois toda esta reserva financeira é exclusiva para emergências e calamidade pública e pelo que sabemos não ocorreu nenhuma catástrofe em nossa cidade no ano passado. Em segundo lugar, mesmo que gastaram isso em obras perguntamos: Que obras ? Oras bolas, a atual gestão não fez obra nenhuma em 2013 que justificasse um gasto de R$ 250 milhões. O resultado disso tudo é que a prefeitura não tem dinheiro para mais nada. E estamos apenas em julho. Diante de tanta incompetência financeira, seja do PSDB ou seja do PCdoB/PT, falta tudo na cidade. Porém, o que mais falta na política jundiaiense é vergonha na cara.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

MIGUEL HADDAD SAIU NO ATAQUE ! ! !

Dias atrás neste mês, em um dos jornais da cidade, o excelentíssimo ex-prefeito Miguel Haddad, ao falar de sua candidatura, já desferiu críticas lamentáveis à oposição de Jundiaí. Inconformado com as nossas cobranças, o ex-alcaide tucano disse o seguinte: " Jundiaí é uma cidade avançada em muitos aspectos, mas, infelizmente, há um grupo que pratica uma política atrasada e se dedica a espalhar boatos, desrespeitando o eleitor ". Esta postura política do tucano é que provoca a descrença do eleitor na política. Pessoas como o ex-prefeito, durante as eleições fazem pose de bom moço com discursos bonitos e frase feitas de efeito tentando iludir a população. Depois, quando vencem a eleição, cometem as maiores barbaridades na gestão pública. Por exemplo: Na década de 1980, o então prefeito, que estamos impedidos pela justiça de citar o seu nome neste blog, encaminhou um projeto de lei à Câmara Municipal fechando a nossa Faculdade de Medicina de Jundiaí. Na noite em que foi votado este projeto, os alunos da escola médica lotaram o plenário do legislativo e à medida que os edis votavam a favor do fechamento da entidade eram atiradas moedas na tribuna. Na referida sessão o então nobre vereador Miguel Haddad votou a favor do fechamento da escola. Uma barbaridade que só poderia emergir da mente de políticos tacanhos. Posteriormente, já como prefeito, ele aprovou um projeto de lei de revitalização do centro da cidade onde foram reformadas as calçadas e o leito carroçável embelezando esta região da cidade. A referida revitalização terminou justamente em frente ao terreno do antigo quartel, na época já de propriedade de seu irmão. Aliás toda esta negociação do terreno do antigo quartel com familiares do ex-prefeito foi muito contestada em matéria do jornal O Estado de São Paulo na época. Caros amigos, está claro que o adepto da política do atraso é o senhor ex-prefeito Miguel Haddad que utiliza velhas práticas de uma velha oligarquia local para se perpetuar na política de Jundiaí massageando as suas vaidades. Vale lembrar aqui, neste momento, uma frase do bom e velho Barão de Itararé que retrata esta postura do tucano: " O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro ".

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A SEPARAÇÃO DOS RICOS ! ! !

Ao nos aprofundarmos um pouco mais nesta questão do isolamento físico entre a rica aristocracia e os pobres mortais em Jundiaí vamos nos deparar com uma ilegalidade generalizada. Para começo de nossa conversa não existe "condomínio fechado" na cidade e sim a figura do "loteamento fechado". Qual a diferença ? Vamos às principais. As leis federais que aprovam os loteamentos são diferentes. A aprovação de um loteamento é pela Lei 6.766, e de um condomínio, pela Lei 4.591. No loteamento, o que está cercado por muro, áreas verdes e ruas são locais públicos. Já o condomínio, é um local particular e não possui terrenos vazios. O "condomínio" pode impedir a entrada das pessoas, diferente do "loteamento" que não pode fazê-lo. No condomínio as despesas comuns devem ser pagas pelos condôminos, enquanto que no loteamento estas despesas são pagas pelo poder público. Muito bem. Feitas estas observações podemos dizer que em Jundiaí estes chamados "condomínios fechados" estão todos irregulares pois foram concebidos na sua origem como "loteamentos fechados" baseados na Lei 6.766, ou seja, nenhum deles poderia impedir a circulação de pessoas pelas ruas internas, o que não acontece na prática diária. A prefeitura vai adotar alguma providência sobre isso ? É claro que não, afinal de contas o prefeito Pedro Bigardi também mora em um destes "loteamentos fechados" que se comportam de forma irregular como "condomínios fechados". Confiram nas fotos abaixo a ilegal situação destes "loteamentos fechados" de Jundiaí que colocaram barreiras na sua entrada impedindo totalmente a livre circulação das pessoas:

Condomínio Villaggio da Serra

Condomínio Portal do Paraíso I

Condomínio Jatobás

Condomínio Gênova

Condomínio Paineiras da Malota

Condomínio Quinta da Malota I

Condomínio Sopé da Malota

Condomínio Palmeiras da Malota

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O APARTHEID EM JUNDIAÍ ! ! !

Diante da negligência política em nossa cidade nestas duas últimas décadas a nefasta especulação imobiliária tem instalado em Jundiaí verdadeiros guetos elitistas onde a parte rica do município se separa, por intermédio de obstáculos físicos, do restante de nossa população. Durante o império era a rica e privilegiada aristocracia que se isolava da plebe ignara; agora é um punhado de novos capitalistas que não suportam o cheiro do povo. Durante os governos do PSDB o Jardim Ana Maria foi isolado, de maneira ilegal, pelos seus moradores por obstáculos de cimento e floreiras como se este fosse o que nunca foi: Um condomínio fechado. O então prefeito Miguel Haddad fez de conta que não viu nada afinal de contas o seu irmão morava naquele bairro. Durante a campanha de 2012 o então candidato Pedro Bigardi dizia que se eleito fosse abriria o bairro de novo acabando com todo aquele absurdo. Nada aconteceu. Tudo continua como está, ou seja, todo um bairro fechado onde o poder público arca com todas aquelas despesas comuns da região. Porém a coisa piorou ainda mais. Atualmente comerciantes se acham donos dos estacionamentos nas ruas, diante das floreiras, colocando placas de "proibido estacionar". Um escárnio com o povo de Jundiaí, o que mostra que este município tem sido governado, nos últimos 21 anos, por políticos de fundo de quintal, desqualificados e sem o menor espírito público. Confiram nas fotos:

segunda-feira, 30 de junho de 2014

TEATRO DE ABSURDOS ! ! !

Além da cidade estar largada há 21 anos a especulação imobiliária continua deitando e rolando à vontade em Jundiaí. Um fato triste e profundamente lamentável ocorrido nos últimos dias mostra o total descaso da prefeitura local e o descaramento das empreiteiras com o munícipe. Na chegada de São Paulo pela alça de acesso da Av. 9 de Julho uma construtora abandonou entulho e terra por todo o lado, inclusive na calçada, impedindo o trânsito de pedestres. O fato a que nos referimos é o de uma cadeirante que se deslocava naquela região ter ficado presa na calçada com um poste em sua frente e impedida pelo entulho da construtora de continuar em seu trajeto. Populares tiveram de estacionar na referida alça de acesso, descerem de seus veículos e ajudarem a cadeirante a transpor os obstáculos deixados ali pela empreiteira. Uma desfaçatez e um desrespeito sem limites. Enquanto este escárnio acontece na cidade, a prefeitura está mesmo é preocupada com a propaganda mentirosa sobre o bilhete único apenas para beneficiar a candidatura do vereador Gerson Sartori. Confiram nas fotos abaixo o local onde a cadeirante ficou entalada graças à negligência da construtora e da fiscalização da prefeitura: