segunda-feira, 22 de maio de 2017

MENTIRAS E ABANDONO ! ! !

O ensino público é aquele oferecido a todos os indivíduos pelo Estado, custeado por meio de impostos pagos pela população. Normalmente o orçamento da pasta da educação pública é o maior da administração.

Em Jundiaí não é diferente. O orçamento da secretaria municipal de educação é de quase R$ 500 milhões ao ano.

Diante do volume financeiro e da importância fundamental do setor, ele deveria sempre ser gerido por especialistas na área. Mas isso nem sempre acontece por estas terras onde canta o sabiá.

A nível estadual o titular da educação pública é um advogado que foi promovido ao cargo de desembargador.

Já em nosso município a situação é ainda pior.

O atual prefeito Luiz Fernando Machado disse durante a sua campanha que iria nomear técnicos para as secretarias para atenderem ao novo modelo de administração pública que ele implantaria.

Tudo balela. Conversa fiada. Papo furado para boi dormir.

O novo secretário de educação de Jundiaí é um administrador que não sabe nem o que fazem as merendeiras das escolas.

Uma lástima. Um desplante. Uma desfaçatez. Um escárnio.

Apenas devemos lembrar que José Antonio Parimoschi não serviu nem como secretário de finanças, afinal de contas logo ao término de sua gestão, em 2012, deixou a prefeitura com uma dívida monstruosa de R$ 350 milhões para o seu sucessor.

Esta é a maneira lamentável com que os governos do PSDB tem tratado a educação na cidade, um setor crucial para o futuro do município e do país. Mas não. O que interessa é a politicagem de fundo de quintal. O que importa é ter cabos eleitorais nas próximas eleições.

Talvez a única solução para a cidade seja a seguinte: O nobre prefeito comprar uma passagem só de ida voltando para as belíssimas praias de Itapuã na Bahia, de onde nunca deveria ter saído.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

VERGONHA TOTAL ! ! !

FOTO: Esta imagem representa uma vergonha sem limites para toda a cidade de Jundiaí. O deputado federal Miguel Haddad abraçado com o senador Aécio Neves. O senador foi gravado pedindo R$ 2 milhões em propina para o proprietário da empresa JBS. O resultado foi que este senador foi afastado de seu cargo pelo Supremo Tribunal Federal e sua irmã foi presa pela Polícia Federal.

Gravações de posse da Procuradoria Geral da República mostram este diálogo entre o senador Aécio Neves e o proprietário da empresa JBS, Joesley Batista:

"Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança", teria dito Aécio Neves, de acordo com o jornal O Globo. "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho", disse o senador. Fred, segundo o jornal, seria Frederico Pacheco de Medeiros, seu primo e um dos coordenadores de sua campanha em 2014.

Não bastasse este diálogo lamentável sob todos os aspectos, o golpista presidente Michel Temer pediu à JBS a manutenção da "mesada" ao ex-deputado Eduardo Cunha para que este continuasse de boca fechada.

A democracia representativa neste país está morta e enterrada.

Mas o pior para nós, jundiaienses, é o fato do deputado Miguel Haddad andar abraçado com esta gente corrupta e da pior espécie.

Apenas lembrando que durante as eleições de 2014, Miguel Haddad fez campanha declarada para Aécio Neves, chegando a dizer o seguinte na imprensa local achando que conseguiria enganar a todos:

" Hoje, nosso voto vai escrever a história. É chegada a hora de pensar o que é melhor para o Brasil ". E continuou o jundiaiense:

"O candidato certo é a favor da melhoria da qualidade da assistência social e também do desenvolvimento econômico. Só assim poderemos olhar para o futuro com confiança. Essa é a proposta de Aécio Neves".

Se o eleitor de Jundiaí tiver um pouquinho só de amor por esta cidade, nunca mais vai eleger para nada o deputado Miguel Haddad, do PSDB.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

DAE S/A É CONDENADA ! ! !

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

TC-004195/026/08

Contratante:
DAE S/A – Água e Esgoto - Jundiaí.

Contratada: Kemwater Brasil S/A.

Autoridades que firmaram os Instrumentos: Eduardo Santos Palhares (Diretor Presidente), Eduardo Pereira da Silva (Diretor Superintendente), Milton Takeo Matsushima (Diretor de Operações) e Antonio Pereira de Araújo (Diretor de Manutenção e Obras).

Objeto: Fornecimento de 2.500 toneladas de sulfato férrico para uso em tratamento de água, com entregas parceladas.

Assinatura: 26-06-07.

Valor: R$ 1.099.000,00.

Em 28 de agosto de 2012 o TCE-SP condenou a nossa DAE S/A julgando irregulares a licitação e o contrato, bem como ilegais as decorrentes despesas relativas ao episódio relatado acima.

Dentre os argumentos utilizados por aquela corte, constou o seguinte:

" ...A Administração inseriu no edital exigência, descabida, de atestado de qualidade do produto, através de laudo de análise, como condição de habilitação. Extrapolou o rol dos únicos documentos, elencados nos artigos 27 a 31 da Lei de Licitações, que podem ser exigidos para fins de habilitação, e afrontou súmula editada por esta Corte, criando, assim, entrave à habilitação dos licitantes que a Lei e a jurisprudência não admitem... ".

A empresa de água e esgoto recorreu e perdeu. Em sentença emitida em 04 de maio de 2017 o TCE-SP negou provimento ao recurso.

Este é o resultado de anos e anos de descaso dos governos do medíocre PSDB para com a DAE S/A, o que começou na década de 1990 com essa tresloucada transformação de nosso DAE como autarquia municipal em empresa S/A, de economia mista, pelo então prefeito Miguel Haddad.

Esta mudança da natureza jurídica do DAE causou prejuízos regulares e anuais de milhões e milhões de reais pagos com o dinheiro do povo.

Pois é. O mesmo Eduardo dos Santos Palhares é novamente presidente da DAE S/A e o mesmo Miguel Haddad se elegeu deputado federal.

A cidade de Jundiaí não merece isso !!!

Para lerem a sentença, na íntegra, cliquem aqui e para lerem também na íntegra a rejeição do recurso, cliquem aqui.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

ELE ESTÁ DE VOLTA ! ! !

Depois de um longo e tenebroso inverno o nosso bom amigo passarinho apareceu de novo como uma agradável surpresa.

Dia desses andávamos pelo calçadão do centro da cidade pensando na vida quando o nosso velho companheiro pousou perto de nosso ouvido para relatar as últimas notícias da política na cidade.

Disse ele que o fato que iria dizer era apenas uma confirmação de uma suspeita que apresentamos no blog há algum tempo.

E foi logo relatando o festival de tragédias que assola o poder público.

Falou o nosso amigo alado que o alcaide, Luiz Fernando Machado, não manda bulhufas na prefeitura.

Quem dá as ordens políticas é o lamentável deputado Miguel Haddad, e as ordens administrativas são o pai e o irmão, Srs. Gildo Rodrigues Machado e Frederico Augusto Arantes Machado, respectivamente.

Antes de comentarmos esta situação lastimável ele se adiantou.

Há alguns anos era a família Benassi. Depois veio a família Haddad. E agora a situação é ainda pior pois, além da família Machado, também a família Haddad continua dando as cartas na prefeitura.

Pois é. Uma prefeitura com um orçamento de R$ 2 bilhões ao ano; um executivo com 8.000 servidores públicos; com um dos maiores parques industriais do Brasil; a 9ª economia do Estado de São Paulo e a 18ª do país, há mais de 30 anos nas mãos de 2 famílias.

Mas isso não é por acaso. A cultura social do Brasil é essa mesmo. Só para entendermos melhor, dentro da reforma trabalhista, que Miguel Haddad votou a favor, existe um artigo dizendo que os trabalhadores rurais poderão ser contratados em troca de cama e comida, ou seja, estão novamente abrindo as portas da escravidão no país.

Diante da situação política familiar aqui em Jundiaí e das mudanças que irão ocorrer em Brasília, é bem provável que o deputado federal Miguel Haddad proponha uma mudança no slogan da bandeira nacional para: ORDEM, na senzala, E PROGRESSO, na Casa Grande.

terça-feira, 9 de maio de 2017

ESPANCADA EDUCAÇÃO ! ! !

Dias atrás o secretário municipal de educação de Jundiaí, o eminente Prof. Oswaldo José Fernandes, foi exonerado da prefeitura por ter sido condenado em uma Ação Civil Pública, o que lhe rendeu a suspensão de seus direitos políticos por 5 anos.

Esta foi apenas a cereja do bolo. A falência de nossa educação pública municipal vem de longo tempo. Pelo menos há 30 anos.

Durante os governos do PSDB foram gerados resultados profundamente lamentáveis no que diz respeito à política de educação.

Se é que algum dia existiu política de educação na cidade.

Dentro desta situação educativa caótica, o resultado tem sido que as crianças chegam à 5ª série na condição de analfabetas funcionais, ou seja, não sabem ler e nem escrever corretamente.

Tudo isso em uma secretaria com um orçamento milionário de enormes R$ 500 milhões ao ano, 3.500 funcionários e um canal de TV educativa que deveria servir para contribuir com a instrução das crianças.

Uma estrutura monumental que tem sido jogada pela janela porque os interesses políticos estão acima dos educacionais.

Apenas como exemplo de que a vil política tem prevalecido, durante a gestão do funesto ex-prefeito André Benassi, de trágica memória para Jundiaí, foi contratada pela prefeitura local a Profa. Beatriz Cardoso, simplesmente filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Contratada para quê ? Esta nobre senhora não sabe nem em que lugar do mapa fica Jundiaí. Ela nunca colocou os pés na cidade.

Enquanto isso as crianças continuam abandonadas à própria sorte pelo sistema educacional do município.

Confiram abaixo a resposta do então nefasto prefeito André Benassi a respeito de um questionamento feito pela Câmara Municipal sobre a contratação da impoluta professora que recebeu o seu polpudo salário sem nunca ter comparecido em seu trabalho na cidade:

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