segunda-feira, 16 de outubro de 2017

FIM DE FEIRA ! ! !

FOTO: Enquanto o prefeito Luiz Fernando Machado passeia contente pela cidade com o seu criador Miguel Haddad, o povo de Jundiaí deu com a cara na porta com o cancelamento da Feira da Amizade.

A Feira da Amizade foi fundada por Dna. Mercedes Ladeira Marchi. Em 1969 ela criou a Feira da Bondade, que serviria para colaborar com a Apae para construir um edifício novo para o atendimento dos pacientes.

Posteriormente a feira foi ampliada para outras entidades e passou a ser chamada de Feira da Amizade.

Por 15 anos, durante os governos do PSDB, a Feira da Amizade deixou de ser realizada sendo retomada apenas em 2013.

O evento contava com espaços destinados às entidades assistenciais da cidade, cuja renda era revertida para as próprias instituições.

Além disso as atrações culturais eram programadas para o evento a fim de agradar a todos os públicos, principalmente as crianças que poderiam ter diversão garantida por vários fins de semana.

Porém, o atual governo do PSDB acabou com a festa com a desculpa de que o evento é muito caro alegando que em 2016 o custo foi superior a R$ 1 milhão e agora a administração não tem esse dinheiro para gastar.

É claro que o alcaide Luiz Fernando Machado e o burgomestre dos cofres Parimoschi escondem do público que a prefeitura vai gastar reles R$ 50 milhões por ano com as despesas dos penduricalhos políticos nomeados para ocuparem os mais de 400 cargos de confiança.

Isso mostra que o lazer da população, o incentivo cultural e as entidades assistenciais são apenas um enfeite na prateleira política do PSDB.

É como dizia o bom e velho Barão de Itararé: " Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato ".

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

CIDADE ATOLADA ! ! !

Um monstruoso mar de lama está se aproximando de Jundiaí.

No início deste ano a revista Veja denunciou que as faculdades privadas ganham rios de dinheiro e lesam alunos que dependem da ajuda federal.

A reportagem citou o Grupo Kroton como exemplo de porta aberta para fraudes, do qual a Unic - Universidade de Cuiabá faz parte, assim como a Unirondon e a Anhanguera.

A família Galindo, do ex-prefeito de Cuiabá Chico Galindo, administra este império do ensino superior, que tem 120 campus no país e 1 milhão de alunos sob a sua batuta.

A reportagem fala em um faturamento que chega a R$ 2,5 bilhões e em superfaturamento do preço das mensalidades.

A matéria revelou uma série de irregularidades que estariam ocorrendo há pelo menos dois anos e que continuam sendo praticadas, apesar dos protestos de alunos e professores.

Informa que estaria ocorrendo pagamento de propina para a aprovação em disciplinas, já que, para conseguir renovação no FIES, o acadêmico precisa da aprovação em 75% das disciplinas. Sem alcançar a todo esse percentual, iniciaria o processo de fraude envolvendo o financiamento do governo federal.

Os responsáveis por tais fraudes teriam inclusive uma rede para captar possíveis "clientes". Há relatos de alunos que foram beneficiados pela aprovação fraudulenta e, ao não concretizarem o pagamento, tiveram a aprovação "estornada" como forma de pressão para que eles honrassem o compromisso de encher os bolsos dos corruptos.

Um dos sócios da Kroton, Walfrido Mares Guia, segundo a Procuradoria Geral da República, também teria se beneficiado de volumosos recursos procedentes de um enorme esquema que envolveu o processo corrupto do mensalão tucano. De acordo com a procuradoria, a quantia de R$ 3,5 milhões foram desviados de empresas estatais mineiras para financiar a campanha a governador de Eduardo Azeredo, do PSDB, onde ele próprio, Walfrido Mares Guia, era o candidato a vice-governador.

É esse tipo de empresa que o prefeito Luiz Fernando Machado, criatura política do funesto deputado federal Miguel Haddad, estará contratando para "elevar" a qualidade do ensino público municipal de Jundiaí.

O PSDB está enterrando o pouco que resta de um município civilizado.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A MORTE DA EDUCAÇÃO ! ! !

Uma parceria da Unidade de Gestão de Educação com um dos maiores grupos de educação do mundo será realizada com a milionária empresa Anhanguera Educacional – Grupo Kroton.

De acordo com o gestor de Educação, José Antonio Parimoschi, essa é uma nova forma que a administração municipal encontrou de realizar parcerias com instituições especializadas e que podem cooperar com o desenvolvimento da educação no município.

Assim falou o gestor: "Começamos com sete unidades e, dependendo dos resultados alcançados com o projeto, estenderemos para outras escolas do Sistema Municipal de Ensino, visando a elevar o padrão da qualidade de ensino em nossa rede", explica o guarda cofres.

Trocando tudo em miúdos: Começou a entrega da educação pública de Jundiaí para os grupos de ensino privado.

Ora, é só isso que o PSDB sabe fazer. A liquidação do patrimônio público construído com o dinheiro do povo há muito tempo está sendo repassado gratuitamente para a iniciativa privada.

A nossa secretaria municipal de educação tem um orçamento superior a R$ 500 milhões ao ano, aproximadamente 4.000 funcionários na pasta e um canal de televisão educativa.

Mesmo com toda esta estrutura não conseguem alfabetizar as crianças, uma vez que os alunos tem chegado na 5ª série como meros analfabetos funcionais, ou seja, sem saber ler e nem escrever corretamente.

Em uma prefeitura que não tem política de educação, que não valoriza o seu professor e acha que a solução é a " Escola sem Partido ", a pobre educação pública só pode acabar mesmo nas mãos da iniciativa privada.

Mas o prefeito Luiz Fernando Machado não está preocupado com isso. O que interessa mesmo é a sua carreira política, mesmo que para isso ele deixe para trás uma terra arrasada.

Nada a estranhar, afinal de contas o alcaide caiu de paraquedas aqui em Jundiaí apenas para asfaltar o caminho de suas futuras eleições.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

ESCONDENDO DO POVO ! ! !

Dia desses estávamos navegando no site da prefeitura para estas nossas averiguações de praxe, quando nos deparamos com um assunto onde as autoridades municipais devem uma explicação ao povo desta cidade.

A nossa prefeitura de Jundiaí, nos termos do Processo nº 12.915-7/2017, realizou um concurso público para o cargo de Auditor Fiscal de Tributos Municipais, cuja prova foi realizada em 20 de agosto de 2017.

Mais de 2.000 pessoas se inscreveram para este concurso provindas dos mais variados lugares deste brasilzão sem porteira.

Este concurso foi suspenso, tendo em vista uma liminar deferida pelo Meritíssimo Juiz de Direito da Vara da Fazenda Pública de Jundiaí, Dr. Gustavo Pisarewski Moisés, através do lídimo Mandado de Segurança nº 309.2017/039720-9, Processo nº 1016665-30.2017.8.26.0309.

Este Mandado de Segurança foi impetrado por um dos candidatos aos cargos alvos deste concurso, Robson Teixeira Neves. Aí começam os fatos que devem merecer explicações por parte do executivo municipal.

O senhor Robson Teixeira Neves é servidor público municipal concursado exercendo sua função de Agente de Fiscalização de Posturas Municipais, um trabalho que é feito na rua.

Sua esposa, Karina Bizarro Neves, foi nomeada pelo Gestor Parimoschi como Diretora do Departamento de Tributos, símbolo CC-3, através da Portaria nº 160 de 31 de janeiro de 2017.

Posteriormente à sua nomeação, a diretora Karina Neves trouxe para a sua diretoria como seu subordinado o próprio marido, o mesmo Robson Teixeira Neves que conseguiu a anulação do concurso.

Acontece que isso é ilegal. Diz o seguinte o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais a respeito deste assunto:

Artigo 129 - Ao servidor é proibido:

Inciso VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive;


Oras bolas, a Diretora do Departamento Tributário trouxe para ser o seu subordinado o seu próprio marido, e em desvio de função.

E foi o marido da diretora que, por não ter sido aprovado neste referido concurso, conseguiu na justiça a suspensão do certame até a análise do mérito na justiça, promovendo prejuízo e indignação em uma legião de pessoas que prestaram as provas.

Tudo isso sob as barbas do gestor de finanças, que vive arrotando a sua moralidade para cima da administração anterior.

He He He, Que Coisa, Hein ? Um absurdo que não tem tamanho.

Com a palavra o burgomestre das finanças, José Antonio Parimoschi.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

E DÁ-LHE IMPOSTO ! ! !

O prefeito Luiz Fernando Machado aproveitou a catástrofe do execrável projeto Escola sem Partido e fez aprovar na última sessão do legislativo um significativo aumento de impostos municipais.

Na calada da noite e na surdina, a maioria dos vereadores locais, meros capachos do executivo, aumentaram as alíquotas do ISS, IPTU e as taxas de licença de funcionamento, que quase dobraram.

Trocando em miúdos, as micro e pequenas empresas serão sangradas e tripudiadas pela prefeitura sem o menor constrangimento.

Então funciona assim: De um lado o prefeito e o seu gestor de finanças, dizendo que não tem dinheiro, nomeiam 400 cargos de confiança a um custo de R$ 50 milhões ao ano; de outro, o prefeito aumenta impostos para os judiados micro e pequenos empresários que vão pagar a conta da politicagem do PSDB.

Que vergonha, hein ? Tudo na moita, ao pé do ouvido, para ninguém e para que nenhuma empresa ouça ou fique sabendo.

E a maioria dos vereadores se prestaram a este papel ridículo, grotesco e estapafúrdio apunhalando o munícipe pelas costas e sob as ordens do alcaide carreirista oriundo da Bahia.

E o pior. Os representantes das entidades ligadas ao comércio já foram correndo lamber as botas do governo municipal em um encontro recente que reuniu vários representantes deste setor.

Quem sabe sentindo a dura dor no bolso com esta puxada de tapete, os comerciantes da cidade não acordam para a vida e dão um pontapé no traseiro dessa gente que manipula o poder público há mais de 30 anos.